Mídia sexualmente explícita, diferenças de gênero e teoria evolutiva (1996)

Malamuth, NM (1996).

Jornal de Comunicação, 46(3), 8-31.

http://dx.doi.org/10.1111/j.1460-2466.1996.tb01486.x

Sumário

Discute as diferenças de gênero em resposta a meios de comunicação de massa sexualmente explícitos usando uma estrutura evolucionária. Essa abordagem teórica afirma que a forma como as pessoas respondem aos ambientes atuais é moldada por mecanismos mentais que evoluíram em resposta a problemas enfrentados por seus ancestrais. Os mecanismos psicológicos que regem a sexualidade masculina não são os mesmos que orientam a sexualidade feminina, devido às diferentes consequências reprodutivas do comportamento sexual para os gêneros 2 em ambientes ancestrais. Diferentes processos de seleção natural para machos e fêmeas resultaram em diferentes estratégias sexuais. Essas estratégias diferentes podem ser usadas para explicar as diferenças de gênero nas respostas às mídias sexuais. Além disso, argumenta-se que o consumo de mídia sexualmente explícita é em parte o resultado de diferenças herdadas nos mecanismos de sexualidade evoluídos que interagem com as forças ambientais. (Registro do banco de dados PsycINFO (c) 2018 APA, todos os direitos reservados)