J Saúde Eco. 2019 de dezembro de 13; 69: 102274. doi: 10.1016 / j.jhealeco.2019.102274.
McDool E1, Powell P.2, Roberto J.1, Taylor K.3.
Sumário
O final da infância e a adolescência são momentos críticos para o desenvolvimento social e emocional. Nas últimas duas décadas, esta fase da vida foi enormemente afetada pela adoção quase universal da internet como fonte de informação, comunicação e entretenimento. Usamos uma grande amostra representativa de mais de 6300 crianças na Inglaterra no período de 2012-2017, para estimar o efeito da velocidade da banda larga na vizinhança, como um proxy para o uso da internet, em uma série de resultados de bem-estar, que refletem como essas crianças se sentem aspectos de sua vida. Descobrimos que o uso da Internet está negativamente associado ao bem-estar em vários domínios. O efeito mais forte é a maneira como as crianças se sentem em relação à sua aparência, e os efeitos são piores para as meninas do que para os meninos. Testamos uma série de mecanismos causais em potencial e encontramos suporte tanto para a hipótese de 'exclusão', em que o uso da internet reduz o tempo gasto em outras atividades benéficas, quanto para o efeito adverso do uso da mídia social. Nossas evidências reforçam os já estridentes apelos por intervenções que possam reduzir os efeitos adversos do uso da internet na saúde emocional das crianças.
PALAVRAS-CHAVE: Crianças; Sociedade digital; Felicidade; Mídia social; Bem-estar
PMID: 31887480