Par Bonders e vício

O circuito cerebral que nos faz emparelhar nos torna vulneráveis ​​ao vício em pornografia.Esta seção trata dos vínculos entre casais e vícios. As estruturas cerebrais subjacentes tanto à união de pares quanto ao vício são o sistema de recompensa. O termo par bonder significa que um macho e uma fêmea permanecem juntos para criar sua prole. Talvez eles fiquem juntos por toda a vida, ou apenas durante a temporada de acasalamento. Esse arranjo difere dos animais promíscuos, que não compartilham os deveres dos pais e copulam com vários parceiros.

Cerca de 3% dos mamíferos são par bonders, ou socialmente monogâmicos. Socialmente monogâmica significa que eles ficam juntos, mas podem brincar ao lado. Nenhuma espécie de animal é sexualmente monogâmica, embora um par dentro de uma espécie possa permanecer sexualmente monogâmico.

Os humanos são uma espécie de pares. Temos os circuitos cerebrais para nos vincularmos a um parceiro ou, em termos não científicos, nos apaixonarmos. Animais promíscuos não têm circuitos de pares. Os mecanismos de formação de pares envolvem o sistema de recompensa e a dopamina. Vincular-se a outra pessoa, como nos casais, é o vício original. Estudos de casais que formam pares mostram duas coisas:

  1. Eles são mais suscetíveis aos vícios.
  2. Os vícios sequestram os mecanismos de união do casal, tornando mais difícil permanecer unido, ou “apaixonado”.